terça-feira, 8 de setembro de 2015

Mentirinhas: descubra se você não consegue ficar sem mentir

Já parou para pensar em quantas mentirinhas você conta durante o dia?

Pode ser na tentativa de se justificar (mentira: “cheguei atrasada porque perdi o ônibus”, verdade: “me atrasei fazendo a chapinha”), uma mentirinha para agradar a amiga (mentira: “seu cabelo ficou muito bom”, verdade: “esse corte não combinou com seu rosto”) ou até mesmo na tentativa de ter uma história interessante para contar na hora que todos os amigos estão juntos dividindo suas experiências.

O fato é que todos os dias acabamos contando algum tipo de mentirinha. Mentir é dizer ao ao outro que sabemos ser falso. Isso pode ser em maior ou menor grau. Assim, a maioria das pessoas considera que existem mentiras leves e outras pesadas. As mentiras consideradas leves são as que funcionam como filtro social. Exemplo: você sabe que dizer para a amiga que a roupa dela está feia vai magoá-la, por isso escolhe mentir, dizendo que o look está bonito, para que ela se sinta bem. A menina deve se preocupar caso comece a perceber que não consegue parar de inventar histórias diferentes dos fatos que realmente aconteceram.


Será que estou mentindo demais?
Mentir o tempo todo pode se tornar um grande problema. Há casos de garotas que acabam entrando em várias enrascadas por não conseguir falar a verdade. Quando mentir vira mania (sim, isso pode acontecer), a compulsão leva o nome de mitomania. Imagina que sufoco!

Para saber se você está mentindo mais do que deveria, olhe abaixo alguns pontos nos quais você deve prestar atenção:

- Inventar histórias para os amigos: dizer que ficou com um carinha sem ser verdade, ou inventar que já viajou para algum lugar superlegal, por exemplo, são mentiras nada bacanas de serem feitas. Se você acaba inventando histórias para se sentir mais integrada à turma e ter sempre uma história legal para contar, fique atenta!

- Achar que ninguém vai descobrir a verdade: “Ah, não tem problema mentir sobre isso. Ninguém vai descobrir mesmo”. Pensar dessa forma é um grande erro. Além de você correr o risco de ser descoberta, quando acha que ninguém vai descobrir a mentira acaba mentindo ainda mais.

- Sustentar o que diz até o fim: todo mundo já sabe que você mentiu, mas você não assume o erro. É melhor confessar a mancada e se desculpar do que ficar sustentando algo que todos sabem não ser verdade.

- Acreditar na mentira: talvez esse seja o passo mais “grave”. É bem complicado quando você inventa uma história e acaba realmente acreditando que ela aconteceu. Se em alguns momentos você chega a acreditar (ou ficar confusa) se aquela história inventada realmente aconteceu, converse com seus pais e procure um psicólogo para ter uma conversa.

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